A importância de sentir-se insuficiente .... e como isso pode ser bom!


Ou a arte de se sentir "pereba"! hehehehe

Parece estranho falar isso, mas sentir-se pior que os outros (profissionalmente nesse caso, mas aplique ao que te convir) pode ser algo bom se soubermos usar isto a nosso favor.
Esta é uma conversa que tive algumas vezes com dois dos meus melhores amigos, meu namorado e com o Rodrigo, em momentos diferentes. 
O papel desse sentimento de "sou pior que meus colegas", "não sei fazer metade do que eles sabem", "sou um pereba" que de vez em quando bate na gente pode ser muito bom! A primeira vez que tive consciência desse sentimento foi quando fiz meu estágio em Québec, e eu friso aqui: que tive consciência (porque com certeza já havia acontecido mil vezes antes).

No estágio fiquei impressionada em como o pessoal da universidade de lá estava a frente na minha área e em como eram bons! Me senti muito mal por bastante tempo por sentir que estava longe do nível deles e de colegas daqui também. Como isso pode ser bom?! Só vejo sofrimento guardado dentro desse seu coração canceriano Tamiroca, não se faz de louca! Conhece aquela máxima de que não podemos ficar na nossa zona de conforto? Então... Desse jeito! 

Muitas vezes estamos há tanto tempo no mesmo nicho, fazendo as mesmas coisas, nos comparando com as mesmas pessoas, em um padrão já estabelecido que não vemos que o que estamos produzindo é medíocre (no sentido de mediano hein?). Aí quando colocamos a cara no mundo vemos que "Opa, não sou bom como eu imaginava!". Nessa epifania ~perebística é hora de aproveitar para identificar onde podemos melhorar! Como eles fazem? O que eles leem? Qual o método que eles usam? Onde procurar? Vá atrás disso. 

Meu namorado conta que foi em um show de jazz em Nova York e ao mesmo tempo que ficou em êxtase com a qualidade dos caras se sentiu mal por que ainda estava longe do nível deles. E isso meus caros, tem que servir de alimento pra gente melhorar e se reinventar o tempo todo

Quer continuar fazendo suas coisas do mesmo jeito sem se expor por medo de descobrir que não é tão foda quanto imagina. Ok. Mas que tal começar a olhar para as coisas em um outro prisma?
Que tal se jogar no mundo, com medo mesmo, se assustar com a realidade que pode aparecer e aprender com ela?
Bisous!
T.

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