Sugestões Culturais #5


Mais um final de semana de sugestões culturais! Amo!

1) Brooklyn 9-9: Seriado produzido pela Fox, com estréia em setembro de 2013. É uma comédia que se passa em uma delegacia (do Brookylin 9-9) onde os detetives são muito competentes mas um pouco nonsense demais... Eu sempre assisti séries policiais, Law and Order, CSI, e por ai vai e todas são super sérias, ver uma que finalmente foge ao padrão é ótimo! Mas também, com um elenco que conta com Andy Samberg (SNL), Terry Crews (Everbody Hates Chris) e Andre Braugher (Law and Order - SVU), não tem erro. Os episódios são curtos, como quase todo seriado de comédia, com uns 20 minutos de duração cada, mas vai por mim, você não vai conseguir assistir só um por vez, meu Netflix até vem perguntar se eu continuo ali assistindo, porque entro num vórtex infinito! hahahaha



2) Idiocracia: Ainda nas comédias, mas agora um filme, assisti Idiocracia essa sexta-feira e fiquei maravilhada! O filme é basicamente uma comédia de ficção científica (existe essa categoria? kkkkk) e faz uma crítica ferrenha à nossa sociedade de hoje criada em torno do consumo e regida por grandes corporações. Segue a sinopse:
De Mike Judge, um dos irreverentes cérebros criativos responsáveis por Beavis e Butt-Head, O Rei do Pedaço e Como Enlouquecer Seu Chefe, esta divertida comédia fará você pensar duas vezes sobre o futuro da raça humana. Conheça Joe Bowers (Luke Wilson). Ele não é de modo algum o cara mais brilhante do pedaço. Mas quando uma experiência governamental com hibernação cai no esquecimento, Bowers acorda no ano 2505 e encontra uma sociedade tão emburrecida pelo comercialismo de massa e pela alienante programação de TV que ele acaba sendo o cara mais inteligente do planeta! Agora, cabe a um cara prá lá de mediano colocar a evolução da raça humana de volta nos trilhos! Escrito com sarcasmo incisivo e piadas visuais hilárias, Idiocracy vai fazer você gargalhar ruidosamente, quer você seja um gênio ou um não!
 Só pra corroborar o filme, se liga neste vídeo e tire as suas conclusões:



3) O Voo da Libélula: Uma das coisas que costumo trocar figurinhas com a minha avó são livros. Vira e mexe vou na casa dela e pergunto se ela sabe de algum livro bom pra ler e saio de lá com eles. Com a vinda dela pra cá mostrei como eu estava fazendo pra ler no Tablet e de onde eu baixava os livros, passando pelo banco de dados do site minha avó me apontou este. Eu tinha recém terminado a trilogia O Século, e segundo ela esse livro era muito bom porque te prendia e ao mesmo tempo não exigia tanto da nossa massa cinzenta quanto os do Ken Follet, bom pra descansar a cabeça. : ) E não é o bichinho é bom mesmo? Li as 400 páginas em menos de uma semana ansiosa pra saber como iria acabar!

Sinopse:
Na noite de 23 de dezembro de 1980, um avião cai na fronteira entre a França e a Suíça, deixando apenas uma sobrevivente: uma bebê de 3 meses. Porém, havia duas meninas no voo, e cria-se o embate entre duas famílias, uma rica e uma pobre, pelo reconhecimento da paternidade.Numa época em que não existiam exames de DNA, o julgamento estende-se por muito tempo, mobilizando todo o país. Seria a menina Lyse-Rose ou Émilie? Mesmo após o veredicto do tribunal, ainda pairam muitas dúvidas sobre o caso, e uma das famílias resolve contratar Crédule Grand-Duc, um detetive particular, para descobrir a verdade.Dezoito anos depois, destroçado pelo fracasso e no limite entre a loucura e a lucidez, Grand-Duc envia o diário das investigações para a sobrevivente Lylie e decide tirar a própria vida. No momento em que vai puxar o gatilho, o detetive descobre um segredo que muda tudo. Porém, antes que possa revelar a solução do caso, ele é assassinado. Após ler o diário, Lylie fica transtornada e desaparece, deixando o caderno com seu irmão, que precisará usar toda a sua inteligência para resolver um mistério cheio de camadas e reviravoltas.
4) Como escrever textos científicos em inglês:  Escrever é uma tarefa difícil pra maioria das pessoas. Escrever um texto científico é praticamente outra língua, cada área tem seus jargões, tem sua maneira de construir o conteúdo. Vejo isso quando vou ler os textos que meu namorado, que é da área de artes (música) e comparo com os meus da área de engenharia. E quem entra pra área acadêmica uma hora tem que ir além do trivial texto na língua mãe e partir para os papers internacionais. Se escrever um texto acadêmico já é diferente, começar a escrevê-los em inglês é punk demais, a cabeça tem que se reordenar completamente. Se você tá junto comigo nessa luta, pega na minha mão e vem ler comigo esse guia com 10 dicas de como escrever um artigo científico em inglês ~like a boss, especialmente pra nós cuja língua mãe é o português. Writing scientific articles like a native English speaker: top ten tips for Portuguese speakers

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